Tentei viciar-me em seus vícios
Pra ver se te encontrava em mim.
Inútil, não encontrei nem vestígios
E após cada “porre” era só eu enfim...
Refiz cada passo que fizemos
Acreditando no eterno momento
De milhões de universos e, que em algum
Nós permaneceríamos ali.
Sonhei, e finalmente cai do meu muro
Sem pára-quedas, esperando o inevitável
Admirando o outro lado, além do que podia ver
Uma queda dolorosa, mas adorável...
Ressenti cada instante com sorrisos
E cada brisa me lembrava que quem caia era eu
Os pedaços se espalharam como o previsto
Mas os cacos não são nada perto do que me deu
Briguei com esses versos egoístas
Afinal, há muito mais além do “mim”.
Perdi como pensei que perderia
Pois tudo era visível, até mesmo o fim.
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